Fico nervosa e de vez em quando paro de assistir, pois é muita injustiça para ser vivida. Aquele menino com deficiência intelectual, agora já um homem, triste, nunca um sorriso, nunca um ânimo, uma esperança. Uma tristeza. E o tio, imagine, duas vezes injustiçado. Gente maldita, que paguem, que haja o mÃnimo de reparo que é a liberdade dos dois, pois a justiça deve muito mais a todas as vÃtimas. DifÃcil comentar, difÃcil pensar.