Acho que essa versão de The L Word carrega questionamentos essenciais para o meio LGBTQIA+ atual, além de FINALMENTE conceder espaço as atrizes/atores que verdadeiramente compreendem a dor(e os prazeres) de compor um grupo tão marginalizado socialmente e que, infelizmente, ainda é perseguido na condição polÃtica contemporânea. Acredito que dessa forma/vez há uma verdadeira quebra de estigmas sociais(que é a proposta da série) e confere uma maior veracidade aos personagens.
Um outro ponto é em relação a Tina e Beth, não compreendo por que trazem Tina constantemente para Beth, incitando uma ilusão romântica regada de abusos emocionais e esgotamento mental de/para ambas. Embora, a filha delas seja algo que irá uni-las para sempre, essa tentativa e erro constante só desgasta o telespectador. Espero que esse casamento de Tina permaneça firme(o que não aconteceu e carrie, coitada, sofreu horrores) e que Beth, encontre uma relação a altura dela(se é que ela consegue encontrar essa cópia inalcançável dela mesma), seja com a jornalista(não desenvolveram o papel) ou outra(nesse caso, pippa). Também gostaria de ver outros rostos já conhecidos, como o de Helena(ANSIOSA) e Max. No mais, Alice brilha nessa versão(embora, TOM???? PRAQÊ?) e Shane mais madura dando show. Ansiosa para a segunda(terceira, porque a segunda foi meio blé) temporada!!!!