O autor apela para uma trama com argumentos exagerados, frágeis e até ingênuo.
O tema, “o terceiro segredo de Fátima”, atrai a curiosidade, mas não convence por conta do conteúdo ficcional e sem consistência.
Ao final, abusa da própria opinião e covardemente atribui à Virgem Maria a aprovação a temas dogmáticos e polêmicos como a discordância ao celibato de padres, aprovação ao sacerdócio por mulheres, apoio ao aborto e ao homossexualismo.
O autor daria mais credibilidade ao romance se atribuísse esses apoios a um dos seus personagens e não à Nossa Senhora.