Série confusa, com pouca narrativa e muito wokismo. Não tem NADA da célebre obra de Tolkien, porém a própria diretora assumiu que essa era mesmo o objetivo: “reescrever Tolkien”. O problema é se colocar num patamar longe de ser merecido, ao ponto de julgar necessário (e até capaz) de corrigir (?) uma obra que há muito se mostrou maior que qualquer coisa que a própria diretora já fez ou faria. Porque, para chegar aos pés de quem foi Tolkien, é preciso “comer muito arroz com feijão” como diz o ditado, e ter uma boa dose de humildade. E humildade é algo que a cultura woke desconhece ao impregnar a cultura pop, estragando obras e desvirtuando símbolos já estabelecidos sob a desculpa anacrônica de corrigir erros do passado, ignorando que erros estão aí para serem percebidos e gerar reflexões que levem ao aperfeiçoamento natural do indivíduo.