Apenas pela representação espetacular de Dafoe já vale a pena. Durante o filme somos confrontados com as questões prementes que a realizadora nos quer levar a pensar. O certo o errado. Será que o é? E a herança genética e/ou familiar é razão para continuarmos a sua continuação? E valores? Que valores devemos seguir? Os instituÃdos? Os próprios? Os adquiridos? Nesta inversão de papéis em escravatura deixa-nos muito a refletir embora, com o livro escrito em 2004, de Walter Mosley, se pudesse ir mais além. Por ser o terceiro filme de Nadia Latif, está contudo de parabéns.