“Batem à Porta” é um filme de terror que não me trouxe sustos, mas sim ansiedade e tensão. A cena do banheiro não fez muito sentido para mim: a família trancou um dos homens lá dentro, ele quebrou o vidro da janela (estreita demais até para uma criança passar), mas mesmo assim eles abriram a porta acreditando que ele tinha fugido por ali.
O que mais me surpreendeu foi que, diferente do que eu esperava, não havia um plot twist dizendo que tudo não passava de um ritual falso. Na verdade, era tudo real: os quatro visitantes eram os cavaleiros do apocalipse e exigiam que a família escolhesse alguém para morrer e assim salvar o mundo.
O filme me trouxe mais apreensão do que medo, principalmente pelo risco de machucarem a família. No final, eu chorei com a morte de um dos pais da Wen. Eu não acreditava que aquelas catástrofes mostradas na TV fossem reais, pensei que fossem apenas gravações, mas me surpreendi ao descobrir que eram verdade.
Achei muito emocionante o desfecho: o reencontro com a música que a família havia cantado em uma viagem, um momento de lembrança feliz que ficou marcado mesmo após tanta dor. Um final triste, mas também bonito.