Eu acho que esse álbum, foi o extremo da maestria, o extremo do experimentalismo e musicalidade exploradas pelos membros da banda, com a entrada definitiva do Martin Mendez nos baixos, e as melodias, arranjos e harmonias nas guitarras do Peter Lindgren e do Mikael Åkerfeldt, deixam o disco mais aberto a técnicas novas, como o Groove, harmonizer, solos de jazz e blues, violão erudito, baixo fretless, bateria com pincel, e vocais muito mais melódicos e bem trabalhados no ambiente e história do álbum.
Em casa parte desse álbum, o ouvinte tem uma experiência imersiva, analisando cada elemento e perspectiva na história, é um álbum extremamente genial, fora de qualquer conceito, mas ao mesmo tempo abordando vários conceitos. Na minha opinião, um álbum nunca feito antes no death metal, só provando a genialidade dos membros da banda, provando que o experimentalismo pode sim ter espaço na cena, e faz obras de arte, como, o majestoso tbm, lançado um ano antes deste, o the sound of perseverance, do Death, q marca a fase mais melódica e experimental da banda, marcando tbm, o fim do Death alguns anos depois.