Diferente de outros tÃtulos da Supermassive Games, onde as escolhas levam a desfechos impactantes e lógicos, o roteiro de The Casting of Frank Stone, tem decisões que parecem desconexas e por reviravoltas inesperadas que não fazem sentido dentro da narrativa construÃda.
As escolhas parecem prometer uma direção, mas o resultado final acaba sendo frustrante ou sem justificativa adequada, quebrando a imersão (??????). A tentativa de mesclar o horror cósmico com a mitologia de Dead by Daylight também não foi tão bem recebida, pois a história perde coesão em certos momentos, tornando a experiência menos impactante​ e quase insignificante.
Talvez o jogo tenha tentado expandir demais os limites de uma narrativa interativa, mas sem conseguir manter a consistência que outros tÃtulos do gênero, como Until Dawn, alcançaram com mais sucesso.
O foco em chocar o público com mortes constantes, sem um desenvolvimento adequado da história ou dos personagens, pode ser um ponto fraco em jogos desse tipo, o excesso de mortes brutais parece mais um artifÃcio barato para causar impacto, sem necessariamente contribuir para a narrativa ou desenvolver a tensão de maneira orgânica.
Quando a morte é usada apenas para chocar, sem substância narrativa, sinto que o jogo está forçando o terror sem um propósito claro. O que torna jogos de terror realmente eficazes é o equilÃbrio entre criar tensão, desenvolver personagens e dar ao jogador um senso de consequência real, onde as escolhas fazem sentido e afetam a trama de forma coerente.
Enfim, não vale a pena, no meu ponto de vista. Se curiosidade, até vale, se o valor não for fazer falta, tudo certo, ainda mais para os fãs de Dead By Daylight. Gosto de uma mistura mais Outlast com Untill Dawn.