Entre as bordas desgastadas e o tom amarelado pelo tempo, suas páginas guardam muito mais do que medidas ou instruções técnicas. Por lá vivem segredos que não se encontram em bibliotecas nem circulam pela mais alta gastronomia.
Algumas pessoas deixam cartas. Outras deixam fotos. E tem quem se faça presente pelas lembranças. A “mousse da vovó Ieda”, a “torta da mãe”, a macarronada que a dona Carolina nunca deixa faltar à mesa e o tempero que, definitivamente, só pode ser de casa.
No fundo, todo caderno de receitas é um relicário de quem amamos.

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