Nos últimos anos, o mercado global de tecnologia vem passando por uma mudança silenciosa (e profunda) na forma de contratar seus profissionais. A geração que cresceu entre ciclos de inovação acelerada, layoffs, burnouts e reestruturações agora está no comando das próprias escolhas e pode decidir onde quer trabalhar, priorizando fatores que vão muito além da remuneração.
“Há cinco anos, a conversa começava pelo salário. Hoje, as perguntas iniciais do candidato envolvem autonomia, cultura de engenharia, maturidade tecnológica e liberdade para criar”, afirma Frederico Sieck, CEO da KOUD, empresa brasileira especializada em recrutamento e alocação de profissionais de TI. “Os talentos escolhem onde atuar. Não é mais a empresa que escolhe o profissional".
Segundo Sieck, ao avaliarem uma empresa, desenvolvedores e engenheiros de software querem saber se há previsibilidade de projetos, ambiente seguro para errar e debater soluções, além de clareza estratégica e equilíbrio entre vida pessoal

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