ou de uma geração que tem dificuldades em entender o que um artista como o Bad Bunny, por exemplo, tem a oferecer. Cresci e passei a vida ouvindo coisas mais elaboradas e, se me deixar levar pelo passadismo, pela falácia do “boa era a música do meu tempo”, acabo por engrossar o coro dos ranhetas.
É muito comum nos depararmos com postagens que mostram as paradas de sucessos dos anos 70 e 80 comparadas com as atuais. Canções como “O que será (A for da pele)”, com Milton Nascimento e Chico Buarque ou “Morena Tropicana”, com Alceu Valença, disputavam os primeiros lugares da época. Hoje, as primeiras posições são disputadas por sertanejos, funks e, em especial na América Central, pelo reggaeton.
📍Leia na íntegra artigo de Julinho Bittencourt na #Fórum: link nos stories
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·19h