Se a verdadeira prioridade fosse reduzir pobreza, ampliar prosperidade e elevar o padrão de vida das pessoas, a defesa do livre mercado seria inevitável.
Foi justamente a expansão do capitalismo (com propriedade privada, livre iniciativa, acumulação de capital e aumento de produtividade) que permitiu a maior redução de pobreza da história humana.
Enquanto economias relativamente livres geraram crescimento, inovação e abundância, experiências socialistas produziram escassez, estagnação econômica e concentração de poder político.
O problema é que, para muitos, a motivação nunca foi a prosperidade em si, mas o controle sobre a economia e sobre a própria sociedade.

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