A Câmara de Brusque rejeitou nesta terça-feira, 9, a instauração de processo administrativo que poderia resultar na cassação do cargo do vereador Jean Pirola (PP).
Ele foi condenado pela Justiça por ter, supostamente, utilizado documento “ideologicamente falso” para justificar falta em uma sessão em 2020. O suplente Claudemir Reis (PP) assumiu o lugar de Pirola para a votação.
Apenas dois vereadores votaram pela instauração do processo, o corregedor Pedro Neto (PL), e Bete Eccel (PT). Os outros 11 votos foram contrários — Alessandro Simas (União Brasil), André Rezini (PP), Antônio Roberto (PRD), Cacá Tavares (Podemos), Felipe Hort (Novo), Jean Dalmolin (Republicanos), Joubert Lungen (Podemos), Paulinho Sestrem (PL), Rick Zanata (Novo) e Valdir Hinselmann (PL). Leonardo Schmitz (PL) e Rogério dos Santos (Republicanos) não participaram da votação.
A Vara Criminal de Brusque enviou à corregedoria da Câmara a condenação de Pirola por ter, supostamente, utilizado documento “ideologicamen

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·13h