Após sete meses do crime, o motorista Thiago Greenhalgh de Melo Braun ainda não foi denunciado à Justiça pela morte do entregador Darlei Alves Mesquita. A família pede Justiça pelo caso e denuncia impunidade, pois o homem foi solto em março deste ano, justamente pela falta da peça acusatória do Ministério Público do Ceará (MPCE). Thiago, de carro, atingiu Darlei, de moto, em alta velocidade, e ainda derrubou um muro e matou animais, em dezembro de 2025.
Nessa última segunda-feira (6), o advogado que representa os interesses da família da vítima entrou com uma Queixa-Crime Subsidiária contra o motorista, solicitando que ele seja julgado por homicídio doloso, quando se assume o risco de matar. Há provas, inclusive laudos periciais, segundo o advogado da família, que apontam que Thiago estava sob efeitos de drogas, como a substância ketamina, além de estar a 140 km/h em seu carro de luxo.
A Queixa-Crime Subsidiária é um direito constitucional garantido no art. 5º, inciso LIX da Consti

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