🚓 O baiano Antônio Fernando Oliveira assumiu o comando da Polícia Rodoviária Federal em 2023, em um dos momentos mais delicados da história da instituição. Àquela altura, os episódios de abusos policiais e a atuação pró-golpe do seu antecessor, Silvinei Vasques (atualmente preso), deixaram a PRF sob forte desconfiança institucional, a ponto de o decano do STF, Gilmar Mendes, sugerir a extinção da corporação. Três anos depois, defende ele em entrevista a CartaCapital, a PRF superou a crise reputacional e hoje atua sob um novo padrão de governança e integração, à luz da possibilidade de ver suas competências ampliadas pela PEC da Segurança Pública.
Em ano eleitoral, Oliveira antevê um cenário de normalidade operacional. “2022 foi a exceção da exceção”, afirma. A diretriz é garantir fluidez nas rodovias federais e assegurar que o eleitor chegue à sua zona eleitoral sem interferência ideológica.
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·18h