A diáspora italiana continuou nesta semana a luta contra as restrições do governo à cidadania por descendência, enquanto três casos foram analisados pela Suprema Corte da Itália. Na terça-feira (14), a Corte di Cassazione, o mais alto tribunal do país, se reuniu para avaliar restrições à cidadania de descendentes de italianos nascidos no exterior, impostas pelo governo em outubro de 2024.
A chamada “questão do menor”, introduzida por meio de uma circular governamental, antecedeu a controversa mudança na lei de março de 2025, que limitou a cidadania por descendência a duas gerações e, na prática, proibiu a dupla cidadania para italianos no exterior.
A regra estabelecia que, se um dos pais de uma criança italiana nascida no exterior se naturalizasse enquanto o filho ainda fosse menor de idade, isso “interromperia” a linha de descendência — a menos que isso tornasse a criança apátrida.
A medida desqualificou imediatamente descendentes de italianos em países como os Estados Unidos, que con

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