Opinião
"Em situação de catástrofe, é muito difícil perceber o que está a acontecer. No caso dos terramotos da Venezuela, a dimensão da tragédia chega-nos pelo número de vítimas e pelo impacto das imagens captadas no momento, sobretudo por cidadãos em fuga, sufocados por um indescritível pânico. Média noticiosos, redes sociais e aplicações móveis depressa se uniram no esforço de ajudar a salvar vidas", escreve a professora Felisbela Lopes.