INVESTIGAÇÃO | O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (9), por unanimidade, abrir um processo administrativo disciplinar (PAD) contra o desembargador Magid Nauef Láuar, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Ele é investigado por ter absolvido um homem de 35 anos acusado pelo crime de estupro de vulnerável, no Triângulo Mineiro.
As investigações, contudo, foram ampliadas e passaram a abranger também suspeitas de crimes sexuais praticados no período em que Láuar foi juiz nas cidades mineiras de Ouro Preto e Betim.
Segundo o corregedor-nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, ao menos sete vítimas, entre funcionárias da casa do acusado, estagiárias e servidoras - algumas menores de idade à época do crime - foram identificadas e depuseram ao CNJ.
O advogado Daniel Calazans Palomino Teixeira, que representa Magid Láuar, disse que tais relatos dizem respeito a episódios ocorridos “há 30 anos, há 15 anos”, e pediu que o CNJ reconheça a

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