VOLTOU A SUBIR?
Analistas do mercado financeiro esperam que o dólar permaneça fortalecido no curto prazo, diante da expectativa de juros mais altos nos Estados Unidos. No Brasil, a perspectiva de cortes na Selic e as incertezas fiscais tendem a pressionar o real, enquanto os próximos dados de inflação nos EUA e o cenário geopolítico devem definir os próximos movimentos da moeda norte-americana.
Nesta semana, o índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis moedas fortes, como euro e iene, passou a operar acima dos 101 pontos, uma marca que não era observada desde maio de 2025, quando a guerra comercial entre Estados Unidos e China estava no auge. Na quinta-feira (25), o DXY alcançou a máxima de 101,746 pontos.
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