“Em 5 de setembro de 1975, em Sacramento, Califórnia, Lynette Fromme, membro da seita Família Manson, parou a poucos metros do presidente Gerald Ford, apontou uma pistola para ele, tentou atirar, mas não conseguiu. Menos de três semanas depois, em São Francisco, a contadora Sara Jane Moore disparou contra Ford, mas errou o alvo e logo foi imobilizada por um transeunte.
Havia algum significado profundo por trás de ações tão violentas e potencialmente capazes de mudar o mundo? De acordo com seu biógrafo, Fromme ‘não tinha nada pessoal contra [Ford]… Ela acreditava que ele estava destruindo as sequoias [do Parque Nacional de Redwood]’. As motivações de Moore, que morreu no ano passado aos 95 anos, eram igualmente vagas e impessoais, ainda que um pouco mais políticas. O Washington Post observou em seu obituário que ela tinha o perfil uma ‘dona de casa suburbana e republicana’. Foi informante do FBI. Era ‘fascinada’ pelos ‘ativistas radicais de São Francisco e sua retórica marxista’. O Po

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