A Copa do Mundo de 2026 deve movimentar bilhões de reais no varejo brasileiro e impulsionar categorias como alimentos, bebidas, moda, farmácias, marketplaces e foodservice. Esse é o tema do artigo de Cristina Souza, cofundadora e CEO da Tanjerin.
A colunista analisa como a indústria de alimentos tem ampliado seu papel junto aos operadores de foodservice. Mais do que uma fornecedora de insumos, a indústria passa a atuar como uma parceira estratégica, oferecendo soluções em logística, engenharia de cardápio, inovação, ativação digital e eficiência operacional.
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