O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, vai passar para a reserva do Exército após ter o pedido aprovado — solicitação feita ainda antes de sua condenação, em 2025, por participação na trama golpista. Mesmo condenado a dois anos em regime semiaberto, Cid manterá a patente e deve receber cerca de R$ 16 mil mensais, valor proporcional ao tempo de serviço.
Atualmente, segundo o Portal da Transparência, sua remuneração bruta é de R$ 28,2 mil, com média líquida de R$ 22 mil entre junho e novembro. Ao ingressar na chamada cota compulsória, deixará de exercer funções diárias e terá de desocupar a casa na vila militar de Brasília em até 90 dias. A defesa afirma que, na prática, ele será “um civil”, podendo ser convocado apenas em caso de guerra.
Cid foi condenado pelo STF com pena reduzida por conta da delação premiada que forneceu detalhes às investigações. O acordo também prevê restituição de bens e medidas de proteção policial contínuas.
✅ Síntese: Mauro Cid va