O Pará tem um novo espaço dedicado à memória, à cultura e à história.
A Academia de Letras e Artes da Polícia Militar do Pará foi criada em março deste ano e já completou suas 40 cadeiras com a posse de 14 novos membros. O Pará Bom Demais acompanhou a cerimônia e ouviu quem faz parte dessa história.
A proposta vai além de reunir intelectuais. A academia quer ser um espaço de pesquisa, produção cultural e resgate histórico, com cada cadeira carregando o nome de personalidades ligadas ao Pará e ao Brasil, como Eneida de Moraes, patrona de uma das cadeiras.
Entre os membros estão jornalistas, professores, escritores, médicos, juristas, fotógrafos e militares. Gente de diferentes trajetórias unida por um objetivo comum: zelar pela nossa língua, pela nossa cultura, pela nossa forma de ser paraense.
Você sabia, por exemplo, que no início do século XX se falavam duas línguas em Belém? O português e uma outra língua que mesclava o português com o tupi. Memórias como essa são exatamente o q

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