A entrada em domínio público da obra de #GracilianoRamos (1892-1953) em janeiro de 2024 vem impulsionando uma série de reedições de seu legado literário, que inclui quatro romances, dois livros memorialísticos, um relato de viagem, três volumes infantojuvenis, três coletâneas de contos, além de textos avulsos em prosa e verso publicados na imprensa. As pesquisas em torno do tema têm contribuído para essa iniciativa. É o caso de Thiago Mio Salla, professor da Escola de Comunicações e Artes - ECA USP. Estudioso da obra do escritor alagoano há duas décadas, ele organizou, pela todavia, novas edições de S. Bernardo (1934), Vidas secas (1938) e Angústia (1936) e o infantojuvenil inédito Os filhos da coruja, baseado em poema escrito na década de 1920 e publicado em 2024.