Li esse livro tão logo me tornei espírita, aos 22 anos (estou com 60 anos, atualmente). Estou relendo-o agora, quase 40 anos depois. De fato, esta obra se afasta muito das temáticas das obras anteriores, passadas na época do Cristo e nos primórdios do Cristianismo. Mas Emmanuel, com sua prosa envolvente, típica de um espírito de alta envergadura, consegue nos prender ao longo de toda a narrativa. As lições são inequivocas: "Quem muito reclama não sabe agradecer a Deus"; "A parece alivia o coração".