A autora nos brinda com uma metáfora extremamente profunda sobre as coisas que perdemos em nossas lembranças, as memórias, tradições e histórias que compõem a nossa identidade. Muito atual, embora distópico, o livro traz uma narrativa simples mas insólita, reverberando na prática do dia a dia em que somos obrigados a fazer de conta que não percebemos o "sumiço" de tantos valores estruturais, éticos e morais.