No final, surgiu mais um embusteiro dizendo “…eu sei onde seus amigos estão…”. Não contem comigo! Filme chato, história fraca, papo furado e mal construído do começo ao fim. Ei Nerd, até você se rendeu ao Business. Dizer que essa película vale a pena é no mínimo ultrajante para quem gosta de filmes de super heróis. Além de mais uma obra, que tenta envolver adolescentes na falácia multigênero e blá blá blá, eu vi uma categoria de movie se derreter mais e mais. O único (homem, branco, heterossexual) que tentou manter o profissionalismo, foi condenado ao suicídio. Sete mil anos e não aprenderam nada! Esta aí a prova que a sociedade gira em círculos e a depender do momento, valores, moral e ética não passarão de uma prisão aos jocosos, que tendem desconstruir Charlinhos Darwin e desmanchar até mesmo a mais nobre relação metafísica, filosófica e poética do homem com a sua divindade. Preguiça, muita preguiça, há eu tenho preguiça dos descansados que ao tentarem ler a primeira bibliografia, preferem cada um a seu jeito imaturo, infundado, insensato e placebo, logo antes do primeiro ato, desistirem do meio e do fim, partindo e parindo um caminho raso alternativo para tudo, sem se quer conhecer o começo, quer dizer, ao menos a Gênese. Ainda mais, desacreditar pela conveniência, diante caminho difícil, mas faculto aos perseverantes, o próprio dilema do certo e errado. Esta obra, não diferente de muitas recentes, faz você passear pela fina camada do discurso enlatado, carregado de conceitos estadunidenses e anglo-saxões, numa velocidade tão grande, que embora muito distantes, farão você sentir-se mais perto, mesmo que numa realidade completamente diferente. Não se deixe enganar, veja por você mesmo! O enredo deve valer tanta crítica, pelo impacto sugestionado, quanto o preço do ingresso.