A série une os anos de investigação e julgamento, assim como aborda o antes e o depois da personagem principal, neste quesito é interessante pois se trata de um resumo bem elaborado do caso, porém a serie também demostra ser a tentativa de vitimizar uma assassina fria e cruel, quando foca na pessoa da Elize mãe, Elize esposa maltratada, Elize criança abusada, Elize na igreja e Elize arrependida, chegando a pontuar o promotor do caso como uma pessoa midiática, sequer mencionando o seu dever em defender a ordem jurídica, não mencionando claramente que a pessoa de Elize desde a época em que vivia da prostituição sempre buscou nas pessoas favorecimento financeiro pessoal, o que também buscava quando se casou e quando engravidou, e tão logo teve seu “ganha pão” amaçado por outra de mesma índole (outra prostituta) partiu para o ataque matando seu “marido” e buscando na família do mesmo a continuidade financeira a qual dispunha enquanto casada, com a frieza digna de uma psicopata de filme hollywoodiano, muitos trechos de Elize agarrada a valores familiares, crenças religiosas e músicas tristes de fundo o que em nada refletem a realidade da prostituta que deu o golpe do baú e esquartejou sua vítima quando teve seu reinado ameaçado.
A série até que é boa, porem apenas 01 estrela em função da tentativa de manipular a imagem de uma assassina esquartejadora.