Impressionante esse filme. As cenas de sacrifÃcio de animais parecem fortes para os nossos dias, mas a caracterÃstica de fidelidade à cultura local é bastante potente como retrato de uma civilidade e uma alteridade próprias, e próprias de si, como que alheias à s velocidades do mundo ocidental colonialista. Excelente filme, é inclusive mencionado pelo teórico Roberto Stam que refere-se à uma de suas primeiras cenas: uma escola de crianças africanas louvando o Rei-Sol da França no que parece ser uma aula de história aos moldes da pedagogia tradicional, espécie de catecismo de invasores.