É ridÃcula a adaptação.
Massami fez uma obra bonita, com deficientes visuais, um homem feminino, um suposto macho alpha e um cara apaixonado pela Deusa, inspirado em sempre progredir em em defesa da mesma.
É uma obra inclusiva, porém esta adaptação trocou o homem feminino por uma mulher. O problema não está apenas na mudança de sexo, mas na representatividade. O homem feminino representava a comunidade LGBT e atropelaram isso.
A ideia de colocar uma mulher é boa, mas existiam 2 padrões de homem que se manterão, que foi o Seya e o Ikki, ambos poderiam virar mulher e continuar com a diversidade, porém preferiram excluir o "suposto" homossexual.
Escolha ridÃcula, principalmente quando as pessoas lembrarem que o Shun chorava pedindo ajuda para o Ikki, agr vai ser uma mulher. Nada novo para o machismo estrutural.