Visceral, detalha as "primeiras horas do Brasil", do ponto de vista de um forasteiro, e, ao mesmo tempo, é um testemunho de fé e devoção a Deus, que o concedeu o milagre de ter escapado vivo dos tupinambás e, principalmente, de Cunhambebe. Este livro foi uma das fontes inspiradoras da Tarsilla do Amaral para pintar "O Abaporu", que é o homem antoprofágico.