Ouvir Homogenic pela primeira vez, sem jamais ter escutado nada da Björk antes, foi uma experiência chocante. É uma obra que desafia o senso comum, que expande as possibilidades do que é a boa música. É, ao mesmo tempo, tão belo e tão esquisito. Ouvir este álbum é como atravessar um portal para uma nova dimensão, onde novas concepções e percepções se revelam. É um daqueles discos que você desejaria poder esquecer, só para ter a privilégio de descobri-lo mais uma vez (eu, sinceramente, gostaria).