Álbum maravilhoso em suas diversas texturas e sons!
O mais melancólico, cinemático e desesperançoso do Arctic Monkeys.
Adoro sua pegada mais lenta, jazzística, a inserção das cordas no ponto certo, suas letras reflexivas e sua narrativa como um verdadeiro registo do período pandêmico.
A obra-prima do disco certamente é "Body Paint", com uma ótima letra e Alex Turner arrebentado nos vocais.
Fase mais madura da banda, dando continuidade aos sons e temas explorados no álbum anterior, mas com muito mais requinte, precisão e originalidade.