Escrito na adversidade, desprovido das suas referências escritas, de memória, Pedagogia do oprimido é livro excelente. Paulo Freire teve a oportunidade de revisar e incluir todas referências e não o fez propositadamente. Isso depõe contra o livro e o autor, pois não dá crédito a quem deveria, como Anisio Teixeira e, sobretudo, Dewey, entre outros. Assim, é repleto de plágio, porque toma como suas ideias que não são suas. Independentemente disso, não concordo com as ideias do livro.