O filme demonstra a ideia de uma ameça/desafio maior, que para ser enfrentado ou derrotado necessita de astúcia, estratégia e observação, perfeito para a ambientação nativa, que remete ao filme original. Como o fato de um "brucutu bombado" ou um "policial extressado com medo de altura", uma "Ãndia de 50kg" poderia vencer um Yautja com habilidades que vão além do óbvio (como descrevi anteriormente) e com aquela arma secreta do cinema: "O Roteiro". A personagem foi desenvolvida em cima da ideia de provação, Naru quer ser uma caçadora, que cresce e aprende a cada vivência, desde usar/aprimorar sua machadinha à observar sinais diferentes, ficar atenta e nas palavras da própria: "se eles não enxergam mostre a eles". No quesito ação o filme entrega cenas de mutilação e sanguinolência de bom nÃvel, em alguns momentos nota-se cenas exageradas, mas que para mim, não comprometem a experiência. O Predador é revelado gradualmente até conhecermos o seu design, um pouco diferente das outras franquias, o que achei excelente. Espero ver a sequência explorar a cena dos créditos, o que seria interessante.
NOTA: 8,0