Assistir Maria Callas, com Angelina Jolie, foi uma experiência linda e dolorosa. O filme é esteticamente maravilhoso, mas vai além disso — ele é intenso, profundo, e atravessa quem já amou demais.
Ver retratada a vida de uma mulher tão extraordinária, apaixonada, entregue, que viveu e sentiu tudo com tanta intensidade… e ainda assim não foi a escolhida, foi um soco no peito.
É impossÃvel não sentir uma dor misturada com inveja: inveja de ter vivido um amor tão grande, mesmo que trágico, mesmo que não correspondido como merecia.
É um lembrete cruel de que às vezes amar demais não é suficiente. E isso dói.