Gostei muito do livro, mas sinceramente acho que a autora poderia ter suprimido boa parte da narrativa, especialmente nos capítulos finais, envolvendo descrições cansativas de cultos afros, festas populares, sucessões de Reis e Chachas. Ficou cansativo. Mas a história é muito envolvente, principalmente na parte que a Kehinde viveu no Brasil.