Uma obra .Um ponto de vista , a do autor e diretor . Entre , ele não era negro e era comunista , fico com : Delegado Fleury , gostei de quem fez , acertaram até no sotaque , era um escroto mesmo , ganhava bem pra matar terrorista , se encarou agente adido militar da CIA , era porque sempre se achou o tal .Marighella , com dois "LL" .Remete ao que se sabia , das torturas de caserna , mesmo com cenas exageradas , nem todo exagero é insensÃvel , toca mesmo , te dá nas tripas , se fosse abacaxi mexicano , ficava pelo que ficava, açucarado com cheiro de quiboa . Pô , mais o cara era comunista terrorista e queria meter tiro . O contexto dele é um contexto cheio , se pegar ponto a ponto , não é frase repetida de briguinha de FLA x FLU . Se ele seria o novo CHE BAIANO , duvido , comunismo à brasileira , é tão ruim de pintar quanto neguinho querer ser cowboy americano .Pra não gostar de MILICO ( os das carteiradas , os cheios de estrelas e roupas bem assentadas , os burros que ficavam encima do bolo de creme ) não precisava ser SUBVERSIVO , basta ter que ouvir palavras rudes de autoritário pretensioso , pois lhe deram o direito de assim ser , onde em momento nenhum , analisou o fato como ele deveria ser .