Este livro registra(1962), com clareza, que o capitalismo (a busca incessante e desenfreada por dinheiro e poder) aplicado à agricultura só podia dar errado. E continua em 2024. O Brasil, como um dos maiores compradores de veneno do planeta, autorizado por políticos de baixo calão, continua se contaminando. Não faz sentido a monocultura e menos sentido o uso de veneno. Simples assim. Mais uma vergonha humanitária que estamos aceitando que aconteça no lugar onde moramos.