O filme começa muito bem, zoando de maneira universal polÃticos, o que na minha opinião sempre tem que ser feito.
O filme introduz a personagem da filha de Borat, Tutar, que vai superbem no papel e como Borat, constrange a todos sempre que pode.
A cena do Giuliani é extremamente escandalosa e impactante, por ser verdade que a intenção dele era fazer sexo com a "jornalista" (coisa que ele já deve ter feito um milhão de vezes) nada que qualquer polÃtico, democrata ou republicano não faria (E aà Bill Clinton, saudades da Monica? Kennedy, como anda a Marylin?)
No entanto chegando mais para o fim você percebe que o filme vai se tornando um panfleto polÃtico, e perde o clima do filme original, que era sim, um humor polÃtico, mas que no entanto, não precisava sair do clima de comédia para passar a mensagem.
Sofrendo da sÃndrome pós Trump, que tem estragado filme após filme com lacração e discurso de superioridade moral, o filme, em seu último segundo expõe a mensagem "vá votar agora" o que é uma tentativa clara de influenciar as eleições americanas, colocando data de validade no filme, muito diferente do primeiro é uma obra atemporal.
A fixação sexual dos artistas no Donald Trump é tanta que o cara demora 14 anos pra lançar outro filme, pois só com presidente republicano eles sabem produzir piada.
Tirando esse proselitismo polÃtico, o filme é bom, afinal, Trump é uma figura bem "zoável"