Quer ver?
Espere sair no streaming.
Sério.
Economize o ingresso, a pipoca e o estacionamento.
O filme promete espionagem e tensão política… e entrega um sonífero artístico em 24 quadros por segundo.
Metade da sessão dormiu (juro, e só acordaram quando acendeu a luz do cinema!).
A outra metade fingiu entender pra não parecer burra.
É lento, confuso e cheio de histórias que começam, somem e nunca voltam.
Parece que alguém editou o roteiro no modo “shuffle”.
O título engana: “O Agente Secreto”?
Poderia se chamar O Agente Sonolento.
Tem boas intenções, tem fotografia bonita, tem atmosfera… mas nada acontece.
É tipo uma exposição de slides sobre o Recife dos anos 70 com trilha de suspiros.
E a cereja no bolo: uma Kombi com farol de LED em 1977.
Missão impossível, versão brasileira.
Resumindo: filme feito pra crítica bater palma e o público bocejar.
Se espionagem é o tema, o verdadeiro mistério é descobrir onde foi parar o roteiro.
Quem quiser emoção, melhor procurar no noticiário.