Wagner Mourão em filmes estrangeiros merece participar só de uma pequena curta-metragem. A atriz Kirsten Dunst, que fez ótimos filmes, inclusive a Mary Jane na trilogia de Sam Rami do Homem-Aranha, demonstrou uma queda cinematográfica, como se não quisesse interpretar tal personagem. Roteiro muito fraco, totalmente ideológico e polÃtico. Além do mais, o Wagner interpretou ele mesmo no final ao assassinar o presidente, um falso humanista com desejos sociopáticos de ódio, fazendo exatamente aquilo que supostamente combate, total hipocrisia. Na vida real, ao acontecer um cenário deste de guerra, não haveria piedade nenhuma para com ele. Os extremistas retratados no filme são o lado que eles defendem. Isso é um jogo psicoterapêutico para confundir a mente do telespectador. Espero que a indústria cinematográfica de Hollywood acabe o quanto antes, já basta de tanta mentira e manipulação!