Sem palavras. O filme começa com uma peça faltando que termina perfeitamente um mosaico. São cinco vezes, o mÃnimo de vezes comprovado por mim para você entender o filme completamente: cada emoção, cada fala, cada expressão, cada cena, cada detalhe. O filme em si é extraordinário, literalmente perfeito e extremamente emocionante. Tudo faz sentido e traz sentimento ao espectador. A gente sente tudo: cada olhar, cada trocadilho, cada momento de nervosismo.
Perfeito. Toda vez que assisto eu choro, toda vez, sem exceções. O final, nevando, apagando todas aquelas memórias com o Oliver do verão perfeito de 83, é de tirar o fôlego. O filme, que era uma obra de arte rodeada de verde e cores vibrantes, se perde em desilusão, uma tela em branco. A cena da varanda, onde todo o mistério se transforma em amor, é marcante. Oliver conta que passava quase todas as noites ali, mostrando para nós e para Elio como nossa imaginação é limitada, pois o fez imaginar diversos cenários que lhe causaram ciúmes.
Perfeito. A trilha sonora arrepia, as paisagens tiram o fôlego e fazem os olhos se encherem de lágrimas. Extraordinário!