Para quem gosta de um bom conteúdo antigo, que não força o contexto em que se passa, isto é, expõe de forma exagerada detalhes da época então, mas o torna natural ao longo da trama, é excelente. Considerando as duas maiores obras que a sucederam em fama, a Oliver de 1968 e o de 2005, essa é a melhor. A trama narra detalhes não narrados nos demais, como o pequeno Oliver fora deixado órfão, sem contar que há cenas "pesadas", comparado com as demais obras. O certo é que não faz muito sentido as comparar, devido ao fato de cada uma ter um objetivo e estar inserido na onda cinematográfica da época em que se encontram. Quem quer escutar um bom musical, assista o de 68. Quem quiser mais desenvolvimento, assista este, de 48. Quem quiser algo menos trabalhado, mas dinâmico, assista o de 2005.