Um jogo frustrante e que pouco se importou com os sentimentos dos seus jogadores. Como assim matar um personagem tão amado logo no começo e depois forçar a jogar com sua assassina com o argumento de que isso é ter empatia? A forma que mataram o Joel foi a mais abominável e tosca que já vi. É bem claro que o diretor Neil Druckmann tem uma ideologia e que quer enfiá-la guela baixo a todo custo como se ela fosse a “correta” e sustenta que qualquer pessoa que não gosta do jogo é porque “é homofóbico, só gosta de personagens masculinos e é misógino”. Ridículo. Tive mais apreço pelos infectados do que pela Abby e seu grupo de thugs. A personagem Abby foi uma das piores personagens(se não a pior) que já vi e que ainda tentaram emplacá-la como “vítima e heroína” da história, com gameplay maçante e interminável. Os flashbacks foram as únicas coisas que salvaram o jogo. Decepcionante.