Gostei muito da Série, embora tenha detestado o final. Se houver uma segunda temporada, não assistirei. A abordagem feita é espetacular e há muito a refletir acerca da complexidade dos relacionamentos. IncompreensÃvel é ver uma mulher com uma filha tão novinha ter aquele fogo todo. Pergunte a qualquer mãe recente e certamente ela dirá que não há espaço para libido. Bom, mas deixa isso para lá.
O marido de Billie, ao que parece, nunca foi um bom parceiro de cama, o que a fez desejar o outro o tempo todo, de maneira incontrolável. Brad lhe ofereceu pouca coisa além dos prazeres sexuais, pois foi totalmente desumano por ocasião do aborto que ela sofreu e pela forma como a colocou para fora de casa, a tocando e jogando suas coisas no elevador. Nem que ela fosse um cachorro.
Considerei especialmente tocante o altruÃsmo do marido de Billie em abrir mão dela e da guarda dos filhos só para que a mulher fosse feliz ao lado do outro. Foi de longe o momento mais especial para mim: os dois homens conversando sobre a mulher que amavam. As cenas quentes deram todo o tempero, incluindo a do banheiro... No entanto, se eu fosse a autora, daria uma chance para aquele casamento melhorar. O marido investindo em seu desempenho sexual e a mulher abrindo mão do fogo incontrolável. Ela não teve amor próprio ao correr atrás de Brad, depois de tudo que ele lhe fez, apesar do ensaio que fez de ser uma mulher de verdade naquele casamento. Para mim, a personagem mais apaixonante foi a amiga de Billie: perfeita e querida.