(CONTÉM SPOILER)
.
.
.
.
.
O filme é bom para quem gosta de suspense/terror psicológico. Eu particularmente não sou fã de Midsommar ou Hereditário, porém essa trama traz a mesma sensação dessas outras obras. A angústia do começo, como as cenas são feitas, o jogo de câmeras, confesso que a atuação não é extremamente perfeita de todos. A mãe realmente rouba a cena interpretada por Vicky Krieps junto a Nikki Amuka-Bird, dando uma excelente atuação. De qualquer forma, um filme bom tem um final inusitado. Adorei que este, traz um final que explica com sátira sobre (ao meu ver), sobre o Tráfico humano, ou testes de drogas no corpo humano, vendo que um tem a premissa de "Salvar milhões", ou salvar alguém, deixando outro debilitado. Os remédios feito para estética representam a mãe jovem interpretada por Abbey Lee Kershaw. A gravidez na adolescência, e a necessidade de um aborto precoce, os remédios para Epilepsia que são de curta duração. Logo a surdez, e a miopia que são apresentadas, mostram que são uma fase normal da vida humana, e dando atenção a saúde mental das pessoas, visto que no final do filme, o cientista salienta dizer que deveriam separar doenças mentais das demais. Gostei do filme, e de sua conclusão que pode ser visto de diversas formas a mensagem argumentada, como posso levar para o lado que devemos aceitar a vida do jeito que ela é, respeitando as coisas como acontecem, e querendo estar onde querendo ou não, escolhemos estar, lembrando que todos estavam lá por pura vontade própria, mesmo que houvesse arrependimento. Logo respeitando os ciclos da vida... Acho interessante as obras que trazem essa ideia de duplos sentidos, que cabe ao espectador criar o cenário baseado no filme.